Sátántangó

232 páginas

Idioma português

Publicado por Companhia das Letras.

Vencedor do Nobel de literatura 2025, um autor visionário e um romance implacável e fascinantemente sombrio.

Publicado na Hungria em 1985, Sátántangó é um romance monstruoso. A ação se concentra na chegada de um homem misterioso, que pode ser um profeta, um vigarista, ou o próprio demônio, a uma aldeia húngara onde a chuva não para de cair. Os habitantes do lugar, um elenco de desajustados e enlouquecidos (camponeses esfarrapados; um médico alcoólatra observando obsessivamente seus vizinhos; jovens perdidas num moinho destroçado; uma garota com deficiência tentando matar seu gato) descobrem em determinado momento que Irimiás, um homem a quem atribuem poderes extraordinários, e dado como morto, está a caminho do lugar, com seu companheiro, Petrina. Para esperá-los, reúnem-se numa taverna, espécie de porão do fim do mundo, onde discutem, bebem e dançam grotescamente ao som de um acordeão. De braço dado com Kafka, Beckett e Walser, o vencedor …

10 ediciones

Nobelpris

Vill så gärna gilla Krasznahorkai, han har egentligen allt jag vill ha i en författare och berättar historier som jag gillar. Tyvärr är det något med språket och uppbyggnaden som inte funkar för mig. Såg nyligen en film från hans samarbete med Béla Tarr och den passade mig mycket bättre än de böcker jag läst av han hittills. Har ytterligare en bok av Krasznahorkai i hyllan jag inte läst som jag tänker är sista chansen innan jag ger upp på hans böcker.

Abandonei, voltei e valeu

( sol2070.in/2026/01/livro-satantango/ )

Mês passado escolhemos no clube de leitura Contracapa, Sátántangó (1985, 232 pgs), de Lazlo Krasznahorkai, húngaro que ganhou o Nobel em 2025.

Achei impenetrável. Insisti mais do que costumo devido ao clube, mas abandonei o livro nos 35%, pela concentração extrema que exige. Como não há parágrafos e a narrativa salta de uma pessoa para outra, ficava constantemente perdido sobre qual personagem estava em foco. E elas quase não são descritas, então ficava difícil diferenciar uma da outra. Não entendi qual o sentido dessa confusão aparente.

Felizmente, fui convencindo no clube a retomar a leitura. Como é um romance não convencional, praticamente experimental, para conseguir terminar precisei abandonar todas as expectativas e ler apenas por ler, apreciando a narrativa pelo que está ali, e não pelo que poderia significar ou para onde está apontando (isso é mais fácil de falar do que fazer, …

Temas

  • comunismo
  • distopia